A organização Grande Aliança Intermicronacional (GAI) foi fundada hoje pelo Rei Harry I de Domus. Ela oferece proteção e serve como um fórum de discussão para os memebros sobre questões de importância micronacional.
A organização já possui nove estados membros: o Reino de Domus, Grão-Ducado de Windhelm, República da Terra, Northumbria-Montebourg, Estados de Nova Canadá, Reino de Rosettia e o Reino de Mynem.
terça-feira, 22 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Criação do novo da site de Zalkaria
O governo zalkariano criou há poucos dias um novo site para o governo da micronação, veja-o aqui atráves do link: http://zalkarianfederation.webs.com/
domingo, 20 de maio de 2012
Lançamento da nova moeda em San Andreas
As primeiras cédulas de dinheiro foram produzidas em San Andres pelo Banco Central, no sábado. O presidente Migs Caldeo anunciou o lançamento do primeiro cojunto de "Oras", a nova moeda da micornação.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Lançamento do Lawin-2
Ontem, o Estado Popular de San Andreas lançou com sucesso o foguete experimental Lawin-2 de uma plataforma na propriedade do Exército Popular Nacional em 17 de maio de 2012 às 3:05 da madrugada.A primeira etapa atingiu uma altitude de 5 km, a segunda etapa em 10 km, a terceira fase, a 20 km, quarta etapa de 30 km, com o estágio final alcançando 50 km. A carga foi então separada da fase anterior e continuou a ganhar altitude. Chegou a uma altura máxima de 97 km.
A carga útil, em seguida, começou a descer, e pousou com segurança no chão. A missão durou 11 minutos e 9 segundos.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Agitações políticas em Meltônia nesta quinta-feira
O governo de Meltonia está iniciando os planos para a declaração oficilalmente de independência da micronação. Apesar de não ter sido declara a independência, a soberania de Meltonia já está sendo reconhecida.
"É uma honra para o país a ser reconhecido por uma nação gloriosa e real, este é realmente o caminho para o reconhecimento internacional pleno", disse o ministro da informação e meios de comunicação. O reconhecimento é esperado após a independência ser oficialmente declarada.
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| Bandeira da República Popular Democrática de Meltonia. |
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Economia micronacional
Com o desenvolvimento dos estados micronacionais, alguns resolveram tornar o micronacionalismo algo mais virtualista, criando-se assim uma economia.
O Reino de França é a unica nação activa com economia e é a nação berço da primeira bolsa de valores. Atualmente, a economia existe em três países lusófonos: Sofia, Portugal e Algarves e Cartago.
O Reino de França é a unica nação activa com economia e é a nação berço da primeira bolsa de valores. Atualmente, a economia existe em três países lusófonos: Sofia, Portugal e Algarves e Cartago.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Mídia micronacional
A Mídia Micronacional é o conjunto de órgãos de imprensa, comunicação e entretenimento que funcionam nas micronações.
A mídia micronacional existe fundamentalmente para criar uma unidade informativa e cultural que ajude a compor a indentidade nacional do país simulado. A rigor, não há necessidade de mídia numa micronação. Textos, artigos e notícias que poderiam simplesmente ser enviados como mensagens para as listas de discussão são reunidos como matérias de jornais ou revistas. O próprio conceito de mídia como comunicação mediada é um paradoxo para o micronacionalismo, em que os indivíduos não precisam de mediação para se comunicarem.
Fonte: http://pt.micronations.wikia.com/wiki/M%C3%ADdia_micronacional
A mídia micronacional existe fundamentalmente para criar uma unidade informativa e cultural que ajude a compor a indentidade nacional do país simulado. A rigor, não há necessidade de mídia numa micronação. Textos, artigos e notícias que poderiam simplesmente ser enviados como mensagens para as listas de discussão são reunidos como matérias de jornais ou revistas. O próprio conceito de mídia como comunicação mediada é um paradoxo para o micronacionalismo, em que os indivíduos não precisam de mediação para se comunicarem.
Fonte: http://pt.micronations.wikia.com/wiki/M%C3%ADdia_micronacional
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Cultura micronacional
A Cultura Micronacional é o aspecto do micronacionalismo relativo a toda produção criativa e artística dos habitantes de um país simulado, bem como ao conjunto de hábitos e particularidades de cada micronação.
Tradicionalmente, as manifestações culturais são um dos aspectos mais negligenciados no micronacionalismo, especialmente o lusófono, e ocorrem esponteaneamente com pouca freqüência, quando cidadãos tomam a iniciativa de produzir obras de arte ou outras atividades culturais por conta própria. Ainda assim diversas micronações possuem instituições dedicadas à promoção e à difusão de uma cultura (micro)nacional, como museus, bibliotecas, institutos de pesquisa e academias literárias, ao passo que outras criam uma autêntica metodologia de pesquisa e operacionalização de sua cultura, como a Arqueologia Micronacional em Reunião.
Em virtude do caráter abstrato de quase todas as atividades micronacionais, os tipos de arte e peças culturais produzidas micronacionalmente são aqueles que dispensam concretude material e podem ser facilmente reproduzidos por meio eletrônico ou digital (é oportuno consultar, a esse respeito, o pensamento de Walter Benjamin sobre a reprodutibilidade técnica da arte no início do século XX). Entre estas, destacam-se principalmente a poesia e as obras de artes visuais, especialmente as chamadas pinturas eletrônicas, webarts e os cartazes de propaganda oficial.
Fonte: http://pt.micronations.wikia.com/wiki/Cultura_micronacional
domingo, 13 de maio de 2012
Justiça micronacional
A justiça micronacional, teoricamente pode ser considerada primitiva em muitas micronações. Não existe Declaração Universal dos Direitos Humanos no mundo micronacional e fica a parte, decidir se sua micronação seguirá tais normas.
Na minha opinião, a justiça deve ser bem definida em uma micronação. Ao contrário, surgirá desagradáveis e intermináveis discussões políticas, como se a micronação se transforma-se em uma verdadeira arena de gladiadores.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Diplomacia micronacional
A Diplomacia Micronacional é o campo do micronacionalismo no qual se dão as relações externas entre micronações, seus governos, suas instituições e suas sociedades. A diplomacia é responsável, em larga escala, pela formação do mundo micronacional como uma rede interligada de países simulados.
Em alguns mundos micronacionais mais que em outros, a diplomacia é o aspecto mais valorizado das atividades micronacionais, em detrimento da cultura e da política interna. Isso ocorre particularmente na Lusofonia, por exemplo, mas não na Anglofonia ou na Germanofonia.
O texto dos capítulos sobre relações externas das constituições de quase todas as micronações lusófonas é copiado (ou ligeiramente adaptado) da Constituição Nacional de Porto Claro, o que permite afirmar que os cânones da diplomacia lusófona foram criados pelos portoclarenses.
No contexto do micronacionalismo, segundo a Micropedia, isolacionismo é "uma política que sustenta que a atividade diplomática é irrelevante ou desnecessária para a micronação, isolando-se com relação às demais micronações, ao menos na alçada governamental".
Fonte: http://pt.micronations.wikia.com/wiki/Diplomacia_micronacional
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Política micronacional
A Política Micronacional é o campo do micronacionalismo em que se dá a disputa pelo poder dentro de uma micronação. Como as características desse poder são essencialmente diferentes dos cânones macronacionais, a Política Micronacional é também muito distinta sob vários aspectos.
Em primeiro lugar, devido à escala reduzida da simulação (por isso o nome micro-), a distância entre população e Estado, entre a sociedade e o governo, é muito menor. Isso faz com que a participação política no micronacionalismo seja muito ampliada em relação às macronações. Por isso, quase toda atividade micronacional é, de alguma forma, política.
Em segundo lugar, como as ideologias macronacionais (e até a própria divisão de campos direita e esquerda) dizem respeito basicamente ao controle sobre a propriedade e à organização da produção - conceitos que fazem pouco sentido no mundo imaterial das micronações -, via de regra, no micronacionalismo a própria divisão entre grupos político-ideológicos distintos se dá mais por relações de amizade e afinidade pessoal do que por convicções de valores.
Fonte: http://pt.micronations.wikia.com/wiki/Pol%C3%ADtica_micronacional
quarta-feira, 9 de maio de 2012
História micronacional
A História Micronacional é uma disciplina que trata da História de cada micronação e também do mundo micronacional como um todo. Assim como nas macronações, a História micronacional é uma narrativa construída, mas esta concepção é ainda mais evidente no micronacionalismo: em geral, os governos das micronações registram e relatam suas próprias Histórias, seja por meio de textos redigidos em seus websites, pelas edições de jornais e publicações ou pelo registro das listas de discussões e murais de mensagens entre cidadãos.
Várias micronações também constróem para si mesmas as chamadas sagas, ou histórias fictícias anteriores à sua própria invenção, que têm o propósito de enriquecer sua própria cultura, adequar sua existência coerentemente com sua localização geográfica real (macronacional) e criar uma identidade nacional para seus participantes, já que micronações são, por natureza, entidades artificiais.
História do Micronacionalismo
As primeiras micronações conhecidas se formaram no século XIX, a maioria fundada por aventureiros ou especuladores de negócios. A micronação mais antiga que se tem conhecimento é o Reino de Redonda fundado em 1865 no Caribe. Como hobby doméstico, as micronações começaram a se desenvolver mais rapidamente com o surgimento de Ely-Chaitlin, na Califórnia (EUA), nos anos 60, fundada por Marc Eric Ely. Mais tarde, em 1979, sob influência de Ely, o menino Robert Ben Madison, então com 13 anos, fundou na cidade de Milwaukee um país cujo território era seu próprio quarto, o Reino da Talossa, país que mais tarde fundou Liga dos Estados Secessionistas (LOSS). Durante a década de 80, proliferaram-se micronações na Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos e países da Europa. Hoje, existem centenas de micronações pelo mundo, várias delas com "representação" na Internet.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Conceitos teóricos
No micronacionalismo existe diversos conceitos teóricos, vejamos:
Torre de Marfim
De acordo com Bruno Cava, Torre de Marfim é uma expressão metafórica utilizada para "assinalar a evasão e o distanciamento da realidade, a fuga a um mundo à parte, isolado, de sonhos individuais". A frase "Descer da torre de marfim" tem sentido análogo a "cair na real", a misturar-se com o real, viver na realidade "aqui debaixo". Para Bruno Cava, abusar dos virtualismos é se fechar numa torre de marfim.
No livro e no filme A História Sem Fim, de Michael Ende, a imperatriz-menina da terra imaginária de Fantasia vive confinada numa torre de marfim real, com sua fragilidade ameaçada pela destruição do Nada (que simboliza a falta de imaginação das crianças).
Torre de Marfim
De acordo com Bruno Cava, Torre de Marfim é uma expressão metafórica utilizada para "assinalar a evasão e o distanciamento da realidade, a fuga a um mundo à parte, isolado, de sonhos individuais". A frase "Descer da torre de marfim" tem sentido análogo a "cair na real", a misturar-se com o real, viver na realidade "aqui debaixo". Para Bruno Cava, abusar dos virtualismos é se fechar numa torre de marfim.
No livro e no filme A História Sem Fim, de Michael Ende, a imperatriz-menina da terra imaginária de Fantasia vive confinada numa torre de marfim real, com sua fragilidade ameaçada pela destruição do Nada (que simboliza a falta de imaginação das crianças).
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Micropatriologia
Micropatriologia é o estudo do fenômeno micronacional, dos fatores políticos, culturais, históricos, sociológicos, jurídicos e filosóficos que possibilitam, caracterizam e movem a prática do micronacionalismo. O estudioso da micropatriologia recebe o nome de micropatriólogo.
Às vezes grafada incorretamente como "micropatrologia" (o radical patro-, em latim, diz respeito a "pai", não a "pátria"), a palavra micropatriologia é composta pela justaposição do termo grego micro-, "pequeno", o latim patria-, "pátria", e o grego logos, "conhecimento". Micropatriologia - como a etimologia sugere - é o estudo sistemático dos pequenos países.
A micropatriologia abre questionamentos e promove reflexões sobre o que é, como deve ser, de onde vem e para onde vai o micronacionalismo; é indagação filosófica que visa entender, interpretar e transformar o fenômeno micronacional. E é tão antiga quanto o próprio micronacionalismo, visto que, desde o princípio, os micronacionalistas puseram-se a pensar sobre a sua prática tão peculiar.
Tipos de micronação
Segundo a teoria micropatriológica clássica (desenvolvida por Robert Ben Madison, Pedro Aguiar e Fabrice O'Driscoll, entre outros), o movimento micronacional se divide, classicamente, em quatro tipos de micronação:
Micronações derivatistas: as que se utilizam somente de elementos reais; seus membros utilizam-se de nomes verdadeiros, a nação localiza-se, geralmente, onde mora seu líder ou fundador, e sua história começa a partir de sua fundação, sem qualquer elemento fictício; como exemplo, Talossa;
Micronações modelistas: as que misturam a ficção com a realidade; seus membros podem usar pseudônimos, mas jamais assumir personagens distintos. Sua localização pode ser em qualquer lugar do globo terrestre, mesmo que nem um cidadão sequer seja morador daquela localidade. Podem adotar histórias fictícias até o dia de sua fundação, e a partir daí começa a ser escrita sua verdadeira história. Os modelistas têm plena noção de serem praticantes de um hobby, uma simulação. Exemplos célebres são Porto Claro e Marajó;
Micronações peculiaristas: são quase que completamente fictícias; seus membros podem assumir vários personagens, inclusive não-humanos, sua localização pode ser em um outro planeta ou dimensão e sua história é sempre fantástica. Nenhuma micronação é melhor exemplo desta subdivisão do que ´Llome. Existem graus de peculiarismo: uma nação assim classificada pode ter, por exemplo, localização em Saturno e habitantes não-humanos, mas seus acontecimentos são verdadeiros, e ela é extremamente activa. Por outro lado, pode uma micronação peculiarista localizar-se na Bolívia e seus acontecimentos, mesmo diários, serem fruto da imaginação de seus membros;
Micronações virtualistas: as que, apesar de terem caracteres de qualquer uma das três categorias retromencionadas, consideram-se "países irreais" ou até "cidades virtuais"; porém cremos ser esta classificação errônea pelo simples fato de não serem micronações, e sim jogos de RPG "on-line", que vêm e vão num piscar de olhos. Seriam exemplos as defuntas Web Island e Santa Clara. Acredita-se que a palavra "virtual" seja uma antítese de "micronação", já que uma micronação é formada de pessoas reais, que protagonizam acontecimentos reais.
Fonte: http://pt.micronations.wikia.com/wiki/Micropatriologia
domingo, 6 de maio de 2012
Micronacionalismo
O '''micronacionalismo''' é um hobby caracterizado pela concepção, construção e/ou simulação de países, chamados de micronações. Os praticantes ou "cidadãos" das micronações, por sua vez, são os micronacionalistas.
O micronacionalismo pode ser considerado uma atividade tão antiga quanto a própria política, sendo que os próprios países do mundo real um dia foram imaginadas por seus fundadores. Não existe micronacionalismo sem atividade política e social.
As primeiras micronações conhecidas se formaram no século XIX, a maioria fundada por aventureiros ou especuladores de negócios. Hoje em dia, existe mais de 800 micronações pelo mundo e sem dúvidas, a Internet contribuiu para o crescimento do micronacionalismo e é também o principal meio de comunicação micronacional.
O micronacionalismo pode ser considerado uma atividade tão antiga quanto a própria política, sendo que os próprios países do mundo real um dia foram imaginadas por seus fundadores. Não existe micronacionalismo sem atividade política e social.
As primeiras micronações conhecidas se formaram no século XIX, a maioria fundada por aventureiros ou especuladores de negócios. Hoje em dia, existe mais de 800 micronações pelo mundo e sem dúvidas, a Internet contribuiu para o crescimento do micronacionalismo e é também o principal meio de comunicação micronacional.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Micronação
Uma micronação é a simulação de um país inventado ou reproduzindo condições culturais, políticas e sociais de um território preexistente. As micronações não devem ser confundidas com RPG ou qualquer tipo de jogo, é um tipo de sociedade organizada como uma nação, por micronacionalismo, batiza-se todo um espectro de experiências coletivas baseadas em laços de identidade, através da Internet ou não.
As micronações são formadas por um indivíduo ou um grupo (em inúmeros casos, adolescentes ou jovens adultos) que se reúnem para simular o funcionamento de um país, adotando um Estado-nação imaginário como objeto, seja como atividade lúdica ou por outro fim (como, por exemplo, experimentação didática). O movimento micronacional se divide classicamente em dois tipos de micronação:
Derivatistas: que se utilizam somente de elementos reais; seus membros utilizam-se de nomes verdadeiros, a nação localiza-se, geralmente, onde mora seu líder ou fundador, e sua história começa a partir de sua fundação, sem qualquer elemento fictício.
Modelistas: aquelas que misturam a ficção com a realidade; seus membros podem usar pseudônimos, mas jamais assumir personagens distintos.
Além desses tipos, existe também a divisão quanto a língua:
Anglófonas: falantes de língua inglesa
Francófonas: falantes de língua francesa
Germanófonas: falantes de língua alemã
Hispanófonas: falantes de língua espanhol
Italianófonas: falantes de língua italiana
Lusófonas: falantes de língua portuguesa
Russófonas: falantes de língua russa
As primeiras micronações conhecidas se formaram no século XIX, a maioria fundada por aventureiros ou especuladores de negócios. Sua localização pode ser em qualquer lugar do globo terrestre, mesmo que nem um cidadão sequer seja morador daquela localidade e podem também adotar um dos mais variados sistemas de governo (despotismo, monarquia, república). Além disso, pode-se usar histórias fictícias até o dia de sua fundação, e a partir daí começa a ser escrita sua verdadeira história.
Não há, até hoje, nenhuma medição precisa para quantificar o número de micronações que existem no mundo. No entanto, cadastros gerais e abrangentes, como o Micronations Database e a Enciclopédia Jéssica, variam entre 560 e 600 registros de países simulados, contabilizando tanto as ativas quanto inativas ou extintas, bem como "micronações online" e "micronações analógicas" (ou offline). Algumas estimativas de 2004, porém, acreditavam que o número de simulações ativas circulava em torno de 400 micronações.
Se interessou? Você pode ingressar em uma micronação ou fundar a sua própria! Saiba como:
10 passos para a sua micronação: http://criandoumamicronacao.wordpress.com/
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| A micronação de Sealand, foi fundada em uma plataforma de petróleo abandonada |
Derivatistas: que se utilizam somente de elementos reais; seus membros utilizam-se de nomes verdadeiros, a nação localiza-se, geralmente, onde mora seu líder ou fundador, e sua história começa a partir de sua fundação, sem qualquer elemento fictício.
Modelistas: aquelas que misturam a ficção com a realidade; seus membros podem usar pseudônimos, mas jamais assumir personagens distintos.
Além desses tipos, existe também a divisão quanto a língua:
Anglófonas: falantes de língua inglesa
Francófonas: falantes de língua francesa
Germanófonas: falantes de língua alemã
Hispanófonas: falantes de língua espanhol
Italianófonas: falantes de língua italiana
Lusófonas: falantes de língua portuguesa
Russófonas: falantes de língua russa
As primeiras micronações conhecidas se formaram no século XIX, a maioria fundada por aventureiros ou especuladores de negócios. Sua localização pode ser em qualquer lugar do globo terrestre, mesmo que nem um cidadão sequer seja morador daquela localidade e podem também adotar um dos mais variados sistemas de governo (despotismo, monarquia, república). Além disso, pode-se usar histórias fictícias até o dia de sua fundação, e a partir daí começa a ser escrita sua verdadeira história.
Não há, até hoje, nenhuma medição precisa para quantificar o número de micronações que existem no mundo. No entanto, cadastros gerais e abrangentes, como o Micronations Database e a Enciclopédia Jéssica, variam entre 560 e 600 registros de países simulados, contabilizando tanto as ativas quanto inativas ou extintas, bem como "micronações online" e "micronações analógicas" (ou offline). Algumas estimativas de 2004, porém, acreditavam que o número de simulações ativas circulava em torno de 400 micronações.
Se interessou? Você pode ingressar em uma micronação ou fundar a sua própria! Saiba como:
10 passos para a sua micronação: http://criandoumamicronacao.wordpress.com/
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Bem-vindo!
Olá! Estarei postando aqui artigos sobre micronacionalismo, geoficção e tudo que de alguma forma se relacione a simulação de países. Confira aqui notícias a tudo o que acontece no mundo dos países simulados!
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